Mostrando postagens com marcador missão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador missão. Mostrar todas as postagens

20131002

lorota fotográfica V



- o retrato, o retratar, a feição, a feitura -


“Fotografar um rosto é fotografar a alma que há atrás dele. A fotografia é a verdade. O rosto é a verdade vinte e quatro vezes por segundo.”

por trás da retórica do retrato há a da identidade. retratar está no limiar do inócuo 'mostrar' (to feature) e do 'representar' (tradicionalmente se faz a três: retratado, retratante, espectador - os 3 lugares da fotografia para barthes; está aí uma questão do autorretrato, uma pessoa ocupa os dois lugares. 'mostra' nos dois sentidos, isto é, lança um olhar e se faz olhar).

em um jogo online persistente, vive-se literalmente em um mundo de imagens (e de números), no entanto... no entanto não se trata de second life, as opções de customização são limitadas. fotografar um avatar é registrar o resultado de poucas escolhas. a feição aqui resulta de um ato mais ou menos consciente; ela pode ser expressiva no sentido de ser resultado da expressão humana.

a feição como ato criativo.



há muito em jogo. diante disso, lara lorota (e eu, que a controlo) toma uma nova missão:

destruirá os monstros, sim; conseguirá novos e melhores equipamentos, sim; retratará os habitantes desse mundo e buscará as implicações de seu ato, claro.

20110226

missão de vida número vinte e um

O que eu acho mesmo é que a gente devia conhecer melhor o interior do Estado (de São Paulo, no caso). Tem uma caralhada de cidadezinha que eu nunca vi, nunca nem passei perto, e campo pra chuchu e... Sei lá, deve ter coisa bacana nisso tudo.

Pegar uma semana, um mês, sei lá... Só pra dirigir pelo interior.
Ia ser mais bacana se tivesse fronteira com outro país, pensando bem, mas não importa. É meio absurdo que a gente não conheça porra nenhuma do próprio quintal, não é?