Mas me alegrou ver o que você escreveu!
No fim, estamos em sintonia. Não me chame de "comunista" ou de "vermeho", que a questão está longe de passar pelo crivo social. (Apesar de alguma tendência anti-artistocrática). Não, não, quanto a isso pode ficar...sossegado.
De todo modo...é evidente que eu não posso deixar de reparar que há um desprezo pelas minhas convicções. Vá lá, vá lá - é como disse, sejamos todos Padres Sérgios, ou somente padres, perdoemos, perdoemos. Não é a junção do corpo com a mente, justamente o perdão? Pois que seja.
Só não vamos nos esquecer que Padre Sérgio foi militar antes e encontrou na reclusão uma espécie de "vocação cômoda", como eu fiz questão de esconder em minha réplica, para ver se o senhor havia compreendido.
Bem, vamos botar uma pedra em cima desse assunto. Deixo um presente de paz:
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20091208
Trepýblica.
Não li seu "texto" com muita atenção, pois estava comendo um delicioso brigadeiro feito por mim; ainda assim, sua estupidez é sintomática do que tento dizer aqui.
Seu marxismo enrustido, adquirido nesse monte de papéis vermelhos, aprisiona sua mente e é o motivo de sua derrocada. Eu, longe de ser um misticista ou um platônico, utilizei a palavra Alma para indicar apenas a essência do ser, que não existe per se, mas é a união da suposta mente (que supostamente existe) com o suposto corpo, e então divide-se por dois e se tem a Alma, que é também o Ego de alguns papéis e o Ian Fleming de outros.
O que eu sinto é minha Alma, e não há nada de religioso nisso: minha mente apreende algo que não é meu corpo e que está deslocado alguns centímetros à direita; o nome que dou a isso só interessa a outros prisioneiros de papel, como você fez questão de mostrar.
De resto, não entendi o que o Padre Sérgio tem a ver com a empreitada.
Espero que tenha sido um malentendido e que fique claro que sou absolutamente ateu, apostólico e romano.
Best wishes.
Seu marxismo enrustido, adquirido nesse monte de papéis vermelhos, aprisiona sua mente e é o motivo de sua derrocada. Eu, longe de ser um misticista ou um platônico, utilizei a palavra Alma para indicar apenas a essência do ser, que não existe per se, mas é a união da suposta mente (que supostamente existe) com o suposto corpo, e então divide-se por dois e se tem a Alma, que é também o Ego de alguns papéis e o Ian Fleming de outros.
O que eu sinto é minha Alma, e não há nada de religioso nisso: minha mente apreende algo que não é meu corpo e que está deslocado alguns centímetros à direita; o nome que dou a isso só interessa a outros prisioneiros de papel, como você fez questão de mostrar.
De resto, não entendi o que o Padre Sérgio tem a ver com a empreitada.
Espero que tenha sido um malentendido e que fique claro que sou absolutamente ateu, apostólico e romano.
Best wishes.
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